terça-feira, 10 de novembro de 2009

Entrevista: Bruno Senna

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Volta às pistas: Quando tinha 18 anos, disse para a minha mãe que eu queria voltar a correr. Apesar de surpresa, ela achou que era fogo de palha e aceitou.Comecei com um kart antigo que estava na fazenda... no primeiro dia, dei 140 voltas sem parar. Como eu não estava preparado para toda a trepidação, quebrei uma costela de tanto que fiquei no kart. Em um ano e meio, quebrei cinco costelas. Foi aí que a minha mãe percebeu que eu não estava de brincadeira.
Entrada na Fórmula 1: ... as equipes pedem muito dinheiro para fechar contrato com um piloto estreante. Conversei com todas neste ano, menos com a Ferrari. Queriam pelo menos 5 milhões de euros para assinar comigo... Vou entrar com zero. Fechei com a equipe espanhola Campos Meta... Foi a primeira proposta que consegui obter sem ter de levar patrocínio nenhum. Serei o único estreante que não vai pagar para correr.
Salário: Da equipe, nada. Nem um centavo. Mas vou poder ter meus patrocinadores pessoais.
Sobrenome: ... apostam no meu sobrenome famoso para atrair patrocinadores para a equipe. Por isso me liberaram do pagamento.
Sobre tirar a vaga de outro brasileiro na F1: Nessa hora não tem amigo. Você está fazendo a sua carreira, disputando com outro piloto. Se é o Rubinho ou outra pessoa, não importa.
Jogo de equipe: Quem não quer ficar nessa posição não se coloque nela. Se você está tomando pau, vai ficar para trás e a equipe vai priorizar o outro.
Nelsinho Piquet: Acho que tem muita gente que não quer chamar o Nelsinho por receio de que, depois, ele torne públicos assuntos internos da equipe, como fez na Renault. Houve uma quebra de confiança... O cara tem um contrato de confidencialidade, mas deu publicidade a algo que não deveria sair do âmbito da equipe. O Nelsinho pode ser bem rápido, mas vai ser difícil ele arranjar emprego.

Leia a íntegra da entrevista em veja.com.br

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