quinta-feira, 21 de abril de 2011

Sub judice, nova eleição de Juvenal incentiva racha na diretoria

Reprodução: Blog do Perrone

Caso derrote a oposição na Justiça e faça valer sua nova e polêmica vitória nas urnas, Juvenal Juvêncio terá como um de seus desafios manter a diretoria unida, principalmente depois do primeiro ano da nova administração.
A decisão do presidente são-paulino de forçar seu terceiro mandato sufocou os poucos que desejavam se candidatar agora. Tiveram que adiar o sonho por três anos. Só que o projeto deles vai atravessar os planos de gente mais jovem, que se programou para disputar a próxima eleição.
Assim, dentro da própria diretoria existirão diferentes pré-candidatos, o que representa chance constante de atritos. Entre os que gostariam de se candidtar agora está o vice de futebol Carlos Augusto de Barros e Silva.
Júlio Casares, vice de marketing, é um dos membros da  ala jovem e deve despontar como candidato. É a mesma situação de Marco Aurélio Cunha, que se desligou da diretoria no início do ano mas não se alinhou com a oposição.
Falta muito tempo para a próxima eleição. Mas a necessidade de cada pré-candidato de se firmar como o sucessor natural do atual presidente sugere uma convivência difícil entre eles. É provável que quem se sentir preterido crie um novo grupo de oposição, já que o atual respira por aparelhos.
Outro fator pode encorajar deserções no grupo de Juvenal quando a eleição estiver mais próxima. É o iminente julgamento de uma antiga ação movida pela oposição a favor de os sócios votarem. Entre os associados a influência do presidente é menor do que no Conselho Deliberativo.
O voto dos sócios seria secreto. No Conselho, as cédulas são nominais, o que dificulta traições e ajuda a explicar o motivo para muitos situacionistas votarem em Juvenal apesar de serem contrários ao terceiro mandato.

Comentário do blog
Como se vê na matéria acima, a ala alinhada a Juvenal Juvêncio já esta se mexendo  e apresentando possíveis candidatos, e penso que a oposição deveria seguir o mesmo caminho e se articular a partir de agora, para que na próxima eleição tenha argumentos, e principalmente  candidatos, mais fortes. Não aditará nada cruzar os braços e depois, quando o pleito estiver próximo começar a choramingar.
Quanto ao voto direto dos associados, tenho minhas dúvidas se isso seria benéfico para o futebol profissional do clube uma vez que 50% dos associados torcem para outras equipes, e mesmo aqueles que são São Paulinos podem ter interesses conflitantes por morarem na região próxima ao estádio.

Nenhum comentário:

Postar um comentário