segunda-feira, 4 de julho de 2011

Gol de MAC

Reprotução: Painel FC

No escuro
Antes da votação do projeto que previa a liberação de R$ 420 milhões em incentivos fiscais para o Itaquerão, vereadores batiam cabeça sobre o que versava o texto. Roberto Tripoli, líder do governo, dizia que não havia necessidade de a arena receber a abertura para ter direito aos benefícios.

Sóbrios
Natalini e Marco Aurélio Cunha cravavam que o texto condicionava a liberação à escolha do Itaquerão como sede da abertura. Estavam certos. Cunha foi quem deu a ideia de colocar esse item. Natalini, quem o negociou com a prefeitura. Após ler o texto novamente, Tripoli assumiu que errou.

Comentário do blog
Alguns jornalistas, entre eles Juca Kfouri, afirmam que Ricardo Teixeira já garantiu à Aécio Neves que a abertura será em Belo Horizonte, e neste caso, nosso dinheiro será poupado.
O problema é: Dá para acreditar nas promessas do presidente da CBF?

3 comentários:

Anônimo disse...

Bonita foi a reação do nosso ministro de Esportes: "Brasília passa a ser forte candidata à abertura". Afinal, segue o modelo preferido por ele: conta paga pelo governo, aumentos constantes sobre o orçado e aproveitamento futuro do estádio prá lá de duvidoso. E pode ter certeza que o partido dele já está pronto para explorar eleitoralmente uma derrota da candidatura de SP.

Rafael disse...

Agora é Lula versus Teixeira e Aéceo. Quem ganha?

Mas é claro que é Lula.

Anônimo disse...

Agora é corruptoXcorrupto.

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