/* --- ---- */ By Guedex: Fevereiro 2011

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Tricolor terá TV na web e canal a cabo

Reprodução: Zapping, Folha.com

Na cola do Corinthians, o São Paulo também se prepara para lançar uma emissora de televisão própria. Batizado de São Paulo FC, o canal mostrará um mix de comportamento, bastidores e histórias do clube.
O projeto vem sendo tocado há dois anos e tem a coordenação de Thaís Kaeim Gunnewik. A estreia, inicialmente, será na internet, em parceira com o site Just TV. Até junho, porém, deverá ser oferecido em pacotes da TV a cabo. Entre os programas definidos estão "As Tuas Glórias Vêm do Passado", "Área VIP" e "Grife".
A TV vai mostrar com exclusividade treinos do time e entrevistas com ícones do SPFC. Um estúdio será construído no estádio do Morumbi.


A Primeira Guerra Mundial da Globo

Reprodução: Luis Nassif Online

Coluna Econômica

As Organizações Globo estão enfrentando sua Primeira Guerra Mundial, desde que tiraram da Tupi o cetro de emissora de maior audiência do país - nos longínquos anos 70.
Nos próximos dias será decidida a questão da transmissão do campeonato de futebol brasileiro. Não se trata de um mero evento esportivo. Se perder a disputa, a Globo colocará em xeque toda sua programação do horário nobre – baseada no hábito diário de acompanhamento de novelas e de jornais televisivos.
Pela primeira vez, poderá perder a liderança de audiência no país.
A ameaça é da TV Record, que promete uma proposta de R$ 550 milhões para conseguir os direitos de transmissão junto ao Clube dos 13. Por trás da disputa, há mudanças relevantes na legislação de direito econômico brasileiro.
Cada clube esportivo detém direitos de imagem sobre seus jogos.
Para administrar seus interesses, anos atrás a Globo incentivou a formação do Clube dos 13, incumbido de negociar em bloco os direitos dos seus associados – maiores clubes nacionais.
Nos Estados Unidos, por exemplo, grandes clubes recebem direitos de arena superiores aos pequenos clubes. Sob o argumento de que as condições brasileiras eram diferentes, a Globo conseguiu equalizar os direitos de transmissão – todos recebendo a mesma quantia, tática fundamental para transmissões pela televisão aberta, na qual não é possível o pay-per-view (pagar para assistir).
Se um clube com maior audiência ia reclamar, era encaminhado ao Clube dos 13, que tratava de demovê-lo de suas pretensões.
Mais ainda. Através de um contrato leonino, a Globo tinha uma cláusula de preferência, direito ao último lance em cada leilão de transmissão de campeonato. Ou seja, depois do último lance, ela tinha o direito de cobrir a proposta apresentada.
Esse modelo foi questionado no CADE (Conselho Administrativo de Direito Econômico). A Globo e o Clube dos 13 foram obrigados a assinar um termo de compromisso estabelecendo condições transparentes de disputa. Isto é, cada concorrente chegando com um envelope com sua proposta.
Primeiro, a Globo chamou os clubes e tentou convencê-los a baixar o preço, sob a alegação de que a audiência do futebol vem caindo há tempos e o mercado não aceitaria pagar grandes lances pelos direitos de transmissão.
Não conseguiu disfarçar sua preocupação maior: no mundo todo, a emissora que tem o esporte mais popular lidera a audiência. Se perder o futebol, perde a liderança.
O problema maior surgiu na seqüência.
Em outros tempos, não haveria competidores. Apenas uma vez o SBT ousou competir, levando o Campeonato Paulista. Band e Rede TV nunca tiveram bala na agulha.
Agora, apareceu a TV Record dispondo-se a elevar o lance a R$ 550 milhões para a TV aberta. No setor de TV fechada, começa a competição com as teles e, na área da Internet, com os portais.
A reação da Globo foi tentar implodir o Clube dos 13. Através de Ronaldo e de comentaristas esportivos conseguiu cooptar o presidente do Corinthians.
Seja qual for o resultado da pendenga, trata-se de um capítulo central nas transformações pelas quais passa a mídia brasileira.

São Paulo negocia painel eletrônico gigante para o Morumbi

Reprodução: De prima

O São Paulo trata com a SmartVision um painel eletrônico publicitário de 650m de comprimento por 1 metro de altura para rodear todo o anel intermediário do Morumbi. A compra do equipamento, que custa R$ 10 milhões nos EUA, depende de a empresa conseguir patrocinadores para a operação.

Segundo o TCU, 98,5% da verba da Copa de 2014 será pública

Reprodução Placar

De acordo com um relatório do Tribunal de Contas da União, 98,56% da verba prevista para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, virá dos cofres públicos. Dos R$ 23 bilhões orçados, apenas R$ 336 milhões serão da iniciativa privada, mais especificamente, dos clubes Internacional, Atlético-PR e Corinthians.
Essa informação chega dois anos depois de o presidente do Comitê Organizador Local e da Confederação Brasileira de Futebol, Ricardo Teixeira, ter garantido que a maioria do orçamento do Mundial seria privado.
A Caixa Econômica Federal, responsável pelas obras de infra-estrutura das 12 cidades-sede, será a maior investidora, desembolsando R$ 6,6 bilhões. Os maiores gastos são previstos para São Paulo e Belo Horizonte.
O BNDES, por sua vez, disponibilizará R$ 4,8 bilhões, sendo R$ 3,6 bilhões para estádios. Desse valor, cerca de R$ 1,6 bilhão será posto no Rio de Janeiro, que reforma o Maracanã para a final do torneio.
Se Teixeira diz que a principal preocupação do país tem que ser com aeroportos, a Infraero não está alheia à situação. A empresa orçou R$ 5,1 bilhões para melhorá-los e, novamente, a cidade-sede mais necessitada do dinheiro é a capital paulista, que receberá R$ 1,9 bilhões.
Juntos, os governos estaduais vão desembolsar R$ 4 bilhões, enquanto os municipais pretendem defasar os cofres com R$ 1,5 bilhão. Apenas o valor orçado para os portos, o menor entre todos os gastos públicos, é mais de duas vezes o que a iniciativa privada pensa em investir.
Enquanto R$ 740 milhões estão previstos para as áreas portuárias, o Atlético-PR vai tirar R$ 113 milhões do próprio bolso para reformar a Arena da Baixa, mesmo valor do Internacional-RS com o Beira-Rio. O Corinthians, com R$ 90 milhões, completa os R$ 336 milhões.
Dos R$ 23 bilhões, R$ 11 bilhões são previstos para obras urbanas, R$ 5,1 bilhões para aeroportos e R$ 5,7 bilhões para doze estádios que vão abrigar o Mundial. Para a última Copa, a África do Sul gastou R$ 3,9 bilhões em dez arenas

Sem dúvida, o time é esse


Apesar do gramado pesado que prejudicou o futebol mais técnico e veloz do Tricolor, gostei da atuação do time ontem, no empeta em 1 a 1 diante do Palmeiras.
Dagoberto, de quem não sou fã, voltou  jogar bem, assim como Fernandinho (aqui cabe os parabéns ao Carpegiani por ter dado ao atacante uma sequência de jogos no time titular).
Com a adoção do 3-5-2 (Rhodolfo entrou muito bem no time) estou gostando bastante de Jean na ala onde tem ajudado na marcação no meio campo e chegado bem ao ataque em algumas jogadas (parce que o Edson Ramos vai ter o mesmo destino de Cicinho, Gonzales, e tantos outros...).
De ruim teve a vacilada de Alex Silva. Erros técnicos são perdoáveis, mas aquilo que ele fez ontem foi de uma infantilidade e de uma falta de controle emocional que não se pode admitir num jogador de seu nível.

São Paulo cobra R$ 12 milhões por manga do uniforme

Reprodução: De prima

O São Paulo pede R$ 12 milhões para o patrocínio na manga da camisa por uma temporada. A BMG foi a última a ocupar espaço de forma prolongada, apenas por quatro meses, até o fim do ano passado. Agências de marketing esportivo culpam o alto valor pelo espaço em branco.

A briga pelos direitos do Brasileirão: os próximos passos

Reprodução: Radar on-line

A novela da disputa pelos direitos de transmissão dos Brasileirões de 2012 a 2014 terá capítulos eletrizantes já no início desta semana.
Nos próximos dias, a Globo começa a negociar com cada um dos vinte clubes que integram o esfacelado Clube dos 13 – e com mais alguns times hoje na Segunda Divisão, mas que poderão subir no campeonato do ano que vem.
A negociação é a consequência mais direta da brigalhada que estava latente nos últimos meses, mas que eclodiu espetacularmente somente na semana passada. Não se trata de uma querela qualquer.
Mobiliza duas paixões dos brasileiros – os times de futebol e as duas emissoras de TV do país. E envolve valores bilionários: tanto no montante a ser pago por emissoras, operadoras de telefonia e portais pelos direitos de transmissão, quanto nos patrocínios que as grandes empresas passaram a despejar de forma crescente nos clubes de futebol nos últimos anos.

Na disputa

Reprodução: Painel FC

Executivos da Record dizem que, mesmo com o imbróglio envolvendo o C13, a emissora vai entregar sua proposta nos mesmos moldes que havia planejado. E que, mesmo com a concorrência desleal da Globo, estará no páreo.

Na mesma linha
A Rede TV! é outra emissora que também promete fazer sua proposta para comprar os direitos do Brasileiro. A interlocutores executivos da emissora afirmam que a parceria com a Oi aumentará o valor oferecido para a aquisição.

O estádio do Corinthians e o Ministério Público

Reprodução: Portal 2014

A Lei  10.622 de 9 de setembro de 1988 autoriza dar ao Corinthians a concessão de uma área de propriedade municipal situada no 3º Distrito de Itaquera,  pelo prazo de 90 anos, com 197.095 metros quadrados. A única exigência era que, em contrapartida, o clube teria que construir um estádio de futebol em até quatro anos, o que não ocorreu. Atualmente, o que tem no terreno é apenas o Centro de Treinamento.
Entretanto, a  partir da CPI das áreas públicas de iniciativa da Câmara Municipal de São Paulo iniciada em 2001 o Ministério Público entrou com uma ação civil pública em 2001 pedindo a anulação da concessão por descumprimento do acordo. (14ª Vara da Fazenda Pública Ministério Público X Municipalidade de São Paulo e Sport Clube Corinthians Paulista).
Este Processo foi extinto em 2002 pela Justiça. Reaberto em 2005 por decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo que anulou aquela sentença o Processo está ainda em curso aguardando a sentença do juiz.
Enquanto não houver o pronunciamento da Justiça sobre a concessão do terreno não se poderá iniciar a construção nesta área pública, também condicionada à obtenção da Licença Previa.
Segundo o Ministério Público há a possibilidade de o Corinthians continuar com o terreno se for celebrado um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta), envolvendo a Promotoria, clube e a Prefeitura para posterior homologação pela Justiça.
Após o TAC os empreendedores deverão solicitar a Licença Prévia  e a Licença de Instalação a serem emitidas pela Secretaria Estadual do Meio Ambiente ou pela Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (municipal), contendo os condicionantes para a liberação ou não daquela área.
Por sua vez, a concessão da Licença Prévia está condicionada a análise dos estudos ambientais por parte do órgão ambiental municipal ou estadual (a definição da competência entre estas esferas do Poder  ainda está nebulosa) que deverão ser desenvolvidos avaliando-se os impactos decorrentes das intervenções naquela área.
Assim sendo, soa irreal as declarações do Ministro Orlando Silva e do Prefeito Gilberto Cassab  já estabelecendo prazos curtos para o inicio daquelas obras!

Drenagem do Morumbi ganha destaque no clássico

Reprodução: Site Oficial do SPFC

Estrutura do Morumbi suporta forte chuva e recebe elogios após o jogo
Ana Luiza Rosa

A tempestade que castigou a capital paulista durante a tarde  deste domingo poderia ter estragado o esperado clássico entre São Paulo e Palmeiras, mas isso não aconteceu devido ao excelente sistema de drenagem do estádio do Morumbi.
No horário marcado para o jogo (16h) a chuva caia muito forte no estádio. Enormes poças d’água se formaram, e realmente era impossível jogar uma partida de futebol naquelas condições. Até o goleiro Rogério Ceni, que conhece como poucos o Morumbi, espantou-se com a situação.
“Eu nunca vi o Morumbi sem condições de jogo, é a primeira vez na minha vida. Deve ter caído muita água enquanto estávamos no vestiário para estar assim”, afirmou o capitão são-paulino.
Entretanto, bastou a chuva diminuir para que o sistema de drenagem fizesse sua função e “salvasse” o clássico. Em 15 minutos, as poças d’água mais evidentes já desapareceram. Pouco tempo depois, já não restava mais sinais do verdadeiro temporal que caiu na cidade.
O experiente Rivaldo, que já passou por diversos estádios em todo o mundo, também fez questão de elogiar o sistema de drenagem do estádio. “No início estava difícil, mas agora dá para ver que a drenagem do Morumbi é ótima”, acrescentou.
“A drenagem está de parabéns, quem construiu o estádio também. A chuva foi muito forte, por muito tempo, e quando deu uma paradinha em poucos minutos o campo já estava sem uma poça e deu pra jogar legal. Estádio de primeiro mundo”, elogiou Lucas. Além disso, o trabalho dos funcionários do estádio foi imprescindível para que o jogo pudesse começar.

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Após tantas polêmicas, é hora de falar sério




Bolo de cenoura
Ingredientes
1/2 xícara (chá) de óleo
3 cenouras médias raladas
4 ovos
2 xícaras (chá) de açúcar
2 1/2 xícaras (chá) de farinha de trigo
1 colher (sopa) de fermento em pó

Cobertura
1 colher (sopa) de manteiga
3 colheres (sopa) de chocolate em pó ou achocolatado
1 xícara (chá) de açúcar
Se desejar uma cobertura molinha coloque 5 colheres de leite

Modo de preparo
1. Bata no liquidificador primeiro a cenoura com os ovos e o óleo, acrescente o açúcar e bata por uns 5 minutos
2. Depois numa tigela ou na batedeira, coloque o restante dos ingredientes misturando tudo, menos o fermento
3. Esse é misturado lentamente com uma colher
4. Asse em forno pré-aquecido (180ºC) por 40 minutos

Cobertura
1. Para a Cobertura:Misture todos os ingredientes, leve ao fogo, faça uma calda e coloque por cima do bolo
2. Se o seu liquidificador for bem potente, o bolo todo pode ser feito nele

Nota do blog
Me desculpem mas essa semana foi de "dar no saco".
Bom fim de semana a todos e até segunda.

Nessa terra (de ninguém) tudo dá


CBF e Globo alimentam a discórdia no Clube dos 13

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Racha do C13 poderia comprometer cobertura do Morumbi?


Como é de conhecimento de todos, o São Paulo está negociando a cobertura do Morumbi em troca da cessão do “naming rights”. Inicialmente especulava-se o investidor daria nome a arena de shows para 25 mil pessoas que será criada atrás de um dos gols do estádio, porém hoje, o Tricolor na Web divulgou a informação de que no contrato, que já esta em fase final de elaboração, o “naming rights” será para todo Cícero Pompeu de Toledo.
Pois bem, até aí tudo lindo. Mas ...
Não querendo criar aqui uma “teoria da conspiração”, minha dúvida é se esta empresa irá manter o investimento (estimado em R$ 120 milhões) com o racha do C13, uma vez que problemas com os direitos de imagem podem fazer com que vários jogos não sejam transmitidos ou então que sejam transmitidos por uma rede com menor audiência.

Pela memória

Reprodução: Direto da fonte

Fábio Koff, do Clube dos 13, está perplexo. Em conversa com amigos, lembrou que Patricia Amorim, do Flamengo, havia rasgado elogios ao plano de licitação proposto por Ataíde Guerreiro, diretor-executivo da entidade, em jantar no fim do ano passado. Maurício Assumpção, do Botafogo, tampouco demonstrou insatisfação durante reuniões com o C13.
É, os tempos mudam.

É grave a crise no Clube dos 13

Reprodução: LANCENET

Editorial
É forte motivo de preocupação a cisão que ameaça o Clube dos 13. São incertos os caminhos pelos quais nosso fut vai se embrenhar a partir da saída do Corinthians e da decisão dos grandes cariocas e de outros clubes de assumir a negociação dos direitos do Campeonato Brasileiro isoladamente.
Parece precipitada, quase uma ingenuidade, a aposta de que o resultado da rebeldia pode ser a formação de uma liga independente, capaz de trazer para o Brasil os bons ventos que há anos transformaram e fortificaram o futebol dos principais países europeus. A Premier League, da Inglaterra, sendo o caso mais bem sucedido. 
Para que isso ocorra, o modelo deve ser outro. O segredo da Liga inglesa – assim como o da organização dos esportes americanos, como a NBA no basquete, a MLB do beisebol ou a NFL do futebol americano – é o profissionalismo de todos os que têm assento à mesa das decisões. E é profissional porque as entidades são empresas, de propriedade privada.
As rivalidades, ali, ficam restrita ao campo, às quadras. Os negócios, direitos de transmissão, a venda de publicidade, as práticas que garantam o equilíbrio das disputas, são tratados sem paixão. Por executivos que olham para o negócio com visão de longo prazo, não para tirar benefícios para esta ou aquela bandeira em detrimento das demais.
Com dirigentes amadores, sem responsabilização por atos temerários e pautados pela preocupação de a cada a dois ou três anos terem de disputar eleições em seus clubes, agradar os sócios, os conselheiros, em busca de votos, pouca coisa poderá avançar numa direção virtuosa.
A briga pelos direitos do Campeonato Brasileiro é apenas mais um exemplo da má gestão do futebol. Não foram poucas as vezes em que tentou-se negociar acordos que beneficiassem o coletivo e os torcedores, inviabilizados, não raro no último momento, pelo recuo em causa própria de um ou de outro.
A lição não será aprendida neste modelo, arriscamo-nos a prever. E esta crise aparenta mais preocupante do que as anteriores.

São Paulo anula liminar e fará reunião por reeleição de Juvenal

Reprodução: Blog do Perrone

A diretoria do São Paulo obteve decisão na Justiça que anula a recente vitória da oposição contra Juvenal Juvêncio. Os opositores tinham conseguido impedir a reunião de amanhã em que será votada uma alteração no estatuto. A mudança visa permitir que Juvenal tente o terceiro mandato.
Hoje, no final da tarde, a situação cassou a liminar que impedia mudanças estatutárias por meio do Conselho Deliberativo e obrigava a votação ser feita entre os sócios. Agora o encontro está mantido para esta sexta. A mudança deve ser aprovada, pois Juvenal tem maioria no Conselho.
O problema é que a resolução tomada pelos conselheiros na sexta ficará suspensa até  a decisão final da Justiça sobre o recurso em nome da oposição que havia impedido a reunião. Ou seja, a reunião não terá efeito imediato. Como era previsível, a insistência de Juvenal em não largar o osso enfiou o São Paulo numa longa batalha jurídica.

Clube dos 13 acusa TV Globo de 'manipular dirigentes'

Reprodução: Veja.com.br

Ataíde Gil Guerreiro, diretor executivo da entidade, afirma que emissora está promovendo a discórdia para pagar menos pelos direitos de transmissão

Depois da desfiliação do Corinthians, e da decisão dos quatro grandes do Rio de desauturizar a entidade na negociação sobre os direitos de transmissão dos jogos pela TV, dirigentes do Clube dos 13 acusam as emissoras de tevê de provocarem a discórdia no futebol brasileiro.
Em entrevista a uma rádio de São Paulo, na manhã desta quinta-feira, o diretor executivo do Clube dos 13, Ataíde Gil Guerreiro, acusou a TV Globo de manipular os presidentes de clubes. Segundo Guerreiro, a emissora estaria “jogando os clubes contra a entidade para pagar menos pelo televisionamento dos jogos”.
“Ela (Globo) está rachando o Clube dos 13. Ela está os usando na defesa de seus interesses. Ela não está concorrendo lealmente com o nosso propósito. Com a preocupação de não conseguir lidar com a concorrência, ela está rachando o Clube dos 13”, disse Ataíde.
Guerreiro aproveitou a oportunidade para repetir as afirmações de Fábio Koff de que os clubes cariocas estariam endividados com o Clube dos 13, e que o futuro acordo com as emissoras de tevê seria tábua de salvação desses times.
“Temos que mostrar para os credores desses clubes que eles estão jogando dinheiro pela janela. Você ganha ‘X’ e vai ganhar ‘3X’ no próximo campeonato. O patrocinador não vai gostar disso. Se nós conseguirmos vender para todos nossa transparência, nós vamos evitar esse rolo compressor da TV Globo, que eu reconheço que é forte, mas ela não pode mandar nesse país como ela pensa”, disse.
A falta de transparência é, segundo os cariocas, um dos principais motivos para a o racha. Nomeado para integrar a comissão do Clube dos 13 que negocia o contrato dos direitos de transmissão, ao lado dos dirigentes de Santos, Atlético Mineiro e Bahia, o presidente do Botafogo, Maurício Assumpção, disse que se sentia excluído das negociações com as três emissoras interessadas nas transmissões do Brasileirão - Globo, Record e Rede TV!.
Em uma coletiva de imprensa com os presidentes dos outros três grandes clubes do Rio, durante a manhã de hoje, o botafoguense fez questão de ressaltar que as discordâncias são principalmente em relação a questões financeiras, mas que envolvem também a ética: “Não se trata de discutir valores, que nós nem sabemos ao certo quais são ainda. Nós discordamos da forma como a negociação está sendo conduzida”, explicou Assumpção.

São Paulo terá pontual da Yázigi em clássico

Reprodução: Máquina do Esporte

O São Paulo terá uma novidade em seu uniforme para o clássico contra o Palmeiras, no próximo domingo, válido pelo Campeonato Paulista. O time do Morumbi fechou acordo com o grupo Multi, que vai estampar a marca da rede de escolas Yázigi na barra traseira da camisa tricolor.
Neste ano, a Yázigi já havia acertado patrocínios a Guarani e Ponte Preta. Nos dois casos, os contratos foram assinados até o fim das participações das equipes no Estadual – o time alviverde está na Série A2 do Campeonato Paulista.
Fundada em São Paulo há 60 anos, a Yázigi tem quatro mil colaboradores atualmente. O faturamento anual da rede de escolas gira em torno de R$ 235 milhões.
O patrocínio da marca ao São Paulo foi intermediado pela agência de marketing esportivo Wolff Sports. O valor do investimento não foi revelado pela companhia.
“Somente nos dois primeiros meses do ano, foram negociados mais de 15 patrocínios entre pontuais e pela temporada. O que nos diferencia no mercado é esse trânsito que temos nos grandes clubes, o que nos permite negociar com grandes marcas”, disse Fábio Wolff, sócio-diretor da empresa.