/* --- ---- */ By Guedex: Abril 2011

sábado, 30 de abril de 2011

No milhar

Reprodução: Painel FC

O São Paulo continua a liderar o ranking de vendas do título de capitalização É Gol. É responsável por 30,07% das vendas. Atrás vêm o Palmeiras, com 23,84%, e o Vasco, que teve 16,28% dos títulos vendidos.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

São Paulo acerta com a Globo mediante exigência

Reprodução: De prima

O São Paulo já acertou a venda para a Globo dos seus direitos de imagem do Brasileiro no período 2012-15. A última exigência de Juvenal Juvêncio foi a mesma de Andrés Sanchez, do Corinthians: a citação da empresa que ficará com o naming rights do estádio durante as transmissões dos jogos. O contrato da empresa diz que ela só fará isso se atrelar uma operação comercial.

Comentário do blog
Para quem ainda não sabe, essa tal de “operação comercial”  significa que a Globo dirá o nome da empresa se esta comprar cotas de publicidade da emissora.
Resumindo: se a empresa pagar pelo "Merchan".

Orlando Duarte e Mário Vilela lançam “São Paulo FC – O Supercampeão”

Reprodução: Site Oficial do SPFC

Um dia após receber os 30 mil tricolores que apoiaram o time rumo às quartas-definal da Copa do Brasil, o Estádio do Morumbi foi palco de mais um importante evento na noite desta quinta (28). No camarote UNYCO, um dos principais espaços para eventos do estádio são-paulino, foi lançado o livro "São Paulo FC - O Supercampeão".
Apesar do tempo frio e chuvoso, o evento contou com a presença maciça de torcedores, que puderam ter seus exemplares autografados pelos autores Mário Vilela e Orlando Duarte, ícone do jornalismo esportivo brasileiro. Também estiveram no evento dirigentes do clube, como o ex-Presidente José Augusto Bastos Neto e o Presidente do Conselho Consultivo são-paulino, Brasil Vita, além da Diretora Adjunta de Comunicação, Juliana Carvalho.
Editado pela Companhia Editora Nacional, "São Paulo FC - O Supercampeão" narra com riqueza de detalhes a vitoriosa trajetória tricolor e tem prefácio assinado por ninguém menos que Laudo Natel. "Este livro será, tenho certeza, uma preciosa contribuição para a bela história de perseverança do chamado Clube da Fé", escreve o patrono são-paulino.
Em oito generosos capítulos, a obra deve agradar tricolores de todos os gostos trazendo, em linguagem descompromissada, passagens históricas, dados estatísticos e imagens da gloriosa história tricolor. Estão lá, por exemplo, toda a genealogia são-paulina, a epopéia do Morumbi e a Era Telê. Cada pedaço recheado de curiosidades e dados precisos.
Destaque também para o Baú São-Paulino, que registra todos os times do São Paulo FC até 2009, além de diversas estatísticas, que vão das mais alegres (maiores goleadores) às mais doloridas ( as maiores "cacetadas").
"São Paulo FC - O Supercampeão", produto oficial do Tricolor e obra obrigatória na biblioteca são-paulina, já está à venda na Nobel do Morumbi Concept Hall e nas melhores livrarias!

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Caminho suave


Na minha opinião o caminho do Tricolor até a final da Copa do Brasil é bastante tranqüilo e temos boas chances de ficar com o título.
Nosso próximo adversário será o Avaí, e passando pelo clube catarinense, enfrentaremos o vencedor do confronto entre Vasco e Atlético-PR (acho que dá Atlético).
Ou seja, do nosso lado da chave não tem nenhum “bicho-papão”.
Na outra chave a coisa está bem mais complicada com Flamengo X Ceará e Palmeiras x Coritiba. Nas quartas-de-final, penso que Flamengo e Coritiba irão se classificar, e na semi dá Coxa.
Sendo assim, na minha opinião, São Paulo e Coritiba farão a final da Copa do Brasil 2011.
Aí já não arrisco previsão alguma.

Justiça valida vitória de Juvenal Juvêncio na eleição presidencial do São Paulo

Reprodução: UOL
Bruno Thadeu

A 8ª Vara do Fórum de Pinheiros confirmou nesta quarta-feira a vitória de Juvenal Juvêncio no pleito realizado na semana passada, no Morumbi. A decisão é visto como um golpe da ala situacionista na oposição. Agora, o presidente do São Paulo poderá assumir o comando de forma oficial. Cabe recurso
Juvenal seguia no comando do clube sub judice desde 2006, quando o grupo oposicionista contestou na Justiça a validade da eleição ocorrida até então.
Vencedor do pleito realizado na quarta passada, no Morumbi, Juvenal não tratou como um triunfo definitivo, pois o resultado da eleição estava sub judice.
A oposição argumenta que Juvenal e seus aliados alteraram o estatuto do clube, mudando, entre outras coisas, o período de vigência de cada mandato (de dois anos para três anos) e a possibilidade de Juvenal ter concorrido a três mandatos seguidos.

Gènio!


Com dois gols de Messii, Barcelona derrota Real Madrid e se aproxima das finais da Champions League 2011.

Detalhes

Reprodução: Coluina da Mônica Bergamo

E um dos últimos pontos da negociação da TV Globo com o São Paulo girava em torno da possibilidade de a emissora citar, na transmissão das partidas de futebol, o nome do patrocinador que apoiará a arena multiuso de 25 mil lugares no Morumbi. O outro: aumentar o número de jogos do time na grade do Campeonato Brasileiro.

No reencontro, torcida bate recorde no Morumbi

Reprodução: Site Oficial do SPFC
Kaue Freitas

Nesta quarta-feira, 32.001 pessoas acompanharam a vitória sobre o Goiás por 1 a 0

O retorno ao Morumbi não poderia ser mais perfeito. Além da vitória sobre o Goiás por 1 a 0, nesta quarta-feira à noite, a torcida são-paulina bateu o recorde de público no estádio nesta temporada. Contra o time goiano, 32.001 pessoas apoiaram o Tricolor durante os 90 minutos.
A público superou o do clássico contra o Palmeiras, pelo Campeonato Paulista. Na oportunidade, 26.138 pessoas estiveram no Morumbi e assistiram ao empate por 1 a 1. Fernandinho marcou o gol são-paulino. Naquele domingo, dia 27 de fevereiro, a cidade sofreu com a forte chuva, mas a drenagem do Morumbi deixou a bola rolar tranquilamente.
Nesta temporada, o São Paulo mantém um bom retrospecto diante de sua torcida. Ao todo, são oito jogos, com seis vitórias, um empate e uma derrota - aproveitamento de 79%. Um bom retorno ao Morumbi, após longo período - 10 jogos. Sábado, contra o Santos, tem mais.

Comentário do blog
Além da torcida, outra coisa a se destacar foi a excelente recuperação do gramado do Morumbi.  Parabéns ao pessoal da jardinagem.
Será que vão falar sobre isso no Globo Esporte de hoje? Desconfio que não.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Boa esperança

Vasco da Gama oficializa contratação de Juninho Pernambucano.
Está aí um cara que gostaria de ter visto com a camisa tricolor uns dois anos atrás.

A lógica do cada um por si

Reprodução: Blog do Tirone 

Na cabeça dos dirigentes, a lógica é a mesma da questão dos direitos de transmissão: a rivalidade que existe dentro de campo passa para fora dele. Assim, Corinthians x Palmeiras vão decidir uma vaga na final do Paulista no Pacaembu para cerca de 30 mil pessoas.
Poderia ser no Morumbi para o dobro de público. Mais renda, mais dinheiro para todos (até para o São Paulo, que alugaria o estádio) e mais gente podendo assistir à partida ao vivo.
A fim de não quebrar um pacto de alguns anos entre Palmeiras e Corinthians de não mandarem mais clássicos no Morumbi, a diretoria alviverde preferiu contrariar seu técnico Felipão e parte de seus jogadores, que saíram de campo domingo falando que o Pacaembu é a casa corintiana.
Para amenizar, os cartolas destinaram 5% apenas de público para o rival alvinegro. O Palmeiras abriu mão de um desejo de jogadores e técnico por um acerto de bastidores.
Capitaneado por Andrés Sanchez, o pacto nada mais é do que uma forma de retaliar o São Paulo, inimigo público número 1 do Corinthians. O Palmeiras, ainda nos tempos de Belluzzo, entrou nessa. Na última segunda-feira, a atual diretoria alviverde apenas deu sequência a ele.
Pode ser muito prazeroso para o torcedor corintiano bater no peito e dizer que não joga no Morumbi, como gosta de dizer Andrés Sanchez. É o chamado “jogar pra galera”.
Mas é evidente que um estádio para mais gente é melhor para o torcedor e gera mais renda. Mas na lógica torcedora da cartolagem isso não interessa. O melhor é tentar prejudicar o rival por trás do palco.
A decisão do local da semifinal do Paulista segue à risca o modo de operação padrão da cartolagem dos clubes brasileiros, que não entende o futebol como um negócio, mas como uma coisa de torcedor.
Ou, em outras palavras, não entende que o Corinthians perde força se não existir o Palmeiras ou o São Paulo. Ou que o Flamengo perde força sem o Vasco ou Fluminense, para ficar em alguns exemplos.
Para os dirigentes, a vontade de golear o maior rival na final da Libertadores é da mesma intensidade de vê-lo fraco financeiramente e com poucas condições de competir.
Pouco importa o negócio e também o que pode ser melhor para o torcedor. E no final das contas, negócio e torcedor são as coisas que importam.
Esta forma de ver o futebol apareceu também na questão da disputa pelos direitos de transmissão. Cada um resolveu negociar separadamente achando que ganhariam mais do que o rival.
E todos deveráo ganhar menos do que poderiam se sentassem à mesa em bloco.
A rivalidade é a alma do esporte e do futebol. Mas o profissionalismo é o que sustenta a estrutura. O profissionalismo que falta aos drigentes.

Na linha do horizonte...


Flamengo enfrenta Hoirizonte-CE precisando vencer para espantar zebra.

Por que não começam as obras?

Reprodução: Portal 2014

As obras da arena multiuso do Corinthians em Itaquera não começam porque não tem a necessária licença, mais conhecida como o “alvará de construção”. São calculados os dias necessários para que a Prefeitura Municipal analise as plantas e emita a licença, passando – pelo menos – por três setores: o da aprovação da construção, o ambiental, pela análise dos impactos sobre a vizinhança e o trânsito, por se tratar de um Polo Gerador de Tráfego. Presume-se que com a boa vontade do Prefeito e da burocracia municipal essa aprovação ocorra em menos de trinta dias.
O problema ainda está no ponto de partida que seria o projeto de engenharia.
O projeto para 45 mil lugares teria sido bancado pela Odebrecht, interessada na construção, antes mesmo da designação da arena de Itaquera como a representante de São Paulo para a Copa 2014.
O projeto de Anibal Coutinho substituia o anterior elaborado por Eduardo Castro Mello e superava os dois outros projetos – um do Banif e outro de Quiroz – propostos para efetivar o tão sonhado estádio do Coringão.
Apresentado em agosto do ano passado, já decorreu tempo suficiente para que o projetista preparasse as plantas essenciais para pedir a licença de construção. O que ainda não teria sido feito.
E por que?
Porque não há ainda uma decisão definitiva sobre qual o projeto a ser apresentado: o original para 45 mil lugares ou o expandido para 65 mil (números aproximados).
E por que?
Porque até agora não foi fechado o contrato entre o clube e a Constutora Odebrecth.
O caderno de economia do Estado de São Paulo de 21 de abril de 2011, traz a notícia de “Odebrecht registra lucro de R$ 1,5 bi e investirá até R$ 15 bi este ano”.
Ou seja, se ela estivesse a fim de bancar a construção da arena do Corinthians, conforme anunciado ano passado, teria recursos próprios suficientes para isso.
Teria assumido a responsabilidade pela construção, apresentando em seu nome o pedido de licença à Prefeitura Municipal.
Mas parece que ela não estaria disposta a bancar a construção com recursos próprios, tampouco tomar financiamentos, dando como garantia seu patrimônio.
Quer preliminarmente acertar as condições pelas quais o clube irá assumir o empreendimento e lhe pagar. A Odebrecht não está fazendo um favor, quer fazer um bom negócio.
Segundo informações difundidas pela mídia, a construtora teria assumido um compromisso com o então Presidente Lula de investir até R$ 350 milhões, levantando parte dos recursos com o BNDES. Pressupos-se que para esse valor ela apresentaria garantias próprias, mas calçada na cessão pelo Corinthians de negociar o “naming right” da nova arena.
Na prática a solicitação ou exigência como contrapartida do seu investimento seria ter o direito do “naming right” que repassaria a terceiros. O que o Corinthians não teria aceito, pois quer ele negociar o “namimig right”.
Por outro lado, ampliando a capacidade do estádio para 65 mil lugares e aumentando o investimento necessário para pelo menos R$ 650 milhões, o clube ainda teria que levantar entre 250 a 300 milhões de reais adicionais. Sem a equação econômico-financeira fechada a construtora não assinaria as plantas, e não daria início às obras.
Portanto, para que as ações não fiquem em promessas é preciso fechar o contrato, com ampla divulgação pública e ingressar com o pedido na Prefeitura Municipal.
É o primeiro passo, mas ainda não suficiente. Há vários percalços ainda a serem vencidos: a liberação do terreno, sob pendência para o qual é preciso firmar um Termo de Ajuste de Conduta. Por que está demorando tanto se – segundo se informa – está tudo acertado?
Junto com as plantas é preciso apresentar o Relatório de Impacto sobre a Vizinhaça e o estudo do Polo Gerado de Tráfego, apresentando – no caso – as contrapartidas que o empreendedor ira realizar na infraestrutura do entorno. Terá que assumir parte dos investimentos anunciados pelo Governo do Estado. Ou seja, o valor do empreendimento será muito maior que os R$ 650 milhões. E a Prefeitura Municipal não poderá abrir mão dessas contrapartidas, a não ser com uma lei específica, excepcionando o clube. Fora disso terá que enfrentar contestações do Ministério Público Estadual.
O cronogrma está ficando cada vez mais apertado.

Argumento

Reprodução: Painel FC

Sobre as recentes contusões no São Paulo, o fisioterapeuta Luiz Rosan diz que, em 2010, a equipe teve mais lesões musculares (sete) do que neste ano (cinco). E que, nos anos em que os atletas se machucam mais, o time vence mais. Afirma serem mais comuns lesões no primeiro semestre, pela preparação mais forte.

Prata da casa
Dentro do clube, Wellington Valquer, mestre em fisiologia, era tido como substituto natural de Turíbio Leite de Barros, mas acabou preterido com a contratação de outro profissional. Ele continua "analista de desempenho".

terça-feira, 26 de abril de 2011

Clubes pagam dívida com C13 e avançam no racha

Reprodução: De prima

Além do Cruzeiro, mais dez clubes quitaram dívidas com bancos em que o Clube dos 13 deu como garantia o contrato que viria a assinar sobre os direitos de imagem do Brasileiro a partir de 2012.
No total, os clubes quitaram R$ 70 milhões de dívidas futuras com o adiantamento dado pela TV Globo. Mas esse valor não quita todas as dívidas, que tem o C13 como avalista. Há os débitos que vencem neste ano. Vários clubes não receberão mais nada da Globo do contrato que acaba em dezembro.

Enfermaria

Reprodução: Folha.com 
Daniel Brito / Rodrigo Bueno 

Orgulhoso do seu Reffis, São Paulo experimenta onda de lesões na reta final do Paulista e da Copa do Brasil, o que gera dúvida sobre preparação puxada 

O São Paulo, que tem seu núcleo de reabilitação esportiva fisioterápica e fisiológica (Reffis) como orgulho e referência mundial, virou na reta final do Paulista e da Copa do Brasil um centro de lesões.

Ontem, o clube, que já tratou no Reffis mais de 130 atletas de ponta, como Kaká e Maurren Maggi, deu os prazos de recuperação para Lucas e Rodrigo Souto.
"O Lucas teve um estiramento no músculo adutor da coxa direita, e o período de afastamento será de duas semanas", afirmou o médico do São Paulo, José Sanchez.
Rodrigo Souto sofreu um estiramento na panturrilha esquerda e ficará fora de três a quatro semanas. "É um estiramento mais grave do que o do Lucas", falou Sanchez.
Na semana passada, outras duas notícias negativas assustaram os são-paulinos: Luis Fabiano não se recuperou a tempo de enfrentar o Goiás amanhã, e Alex Silva, com problema de joelho, foi baixa contra a Portuguesa.
O departamento médico ainda tem Fernandinho, que se recupera de fratura na fíbula. E de lá saiu Fernandão, que, com dores no púbis, não atuou ainda na temporada.
O São Paulo perdeu profissionais renomados ligados à área médica e de preparação física. Saíram o fisiologista Turíbio Leite de Barros, o preparador Carlinhos Neves e o superintendente Marco Aurélio Cunha, que é médico.
"Quando muda uma equipe que estava entrosada, é normal haver problema de adaptação, muda-se a metodologia de trabalho. Trabalhei com o Carlinhos por quase dez anos. O Marco Aurélio dava retaguarda ao departamento médico", diz Turíbio.
Um fator que pode ter contribuído para lesões no São Paulo, segundo pessoas ouvidas pela Folha, foi a carga de treinos na pré-temporada. O time fez treinamentos em três períodos: 7h, 10h30 e 16h, inclusive em domingo.
"Você coloca um volume maior de treino dividido em partes, o atleta treina, alimenta e descansa. São trabalhos neurais de manhã, depois trabalhos glicolíticos e, de tarde, os aeróbios", disse Riva Carli, o atual preparador físico são-paulino.
Carli, que veio junto com o técnico Paulo César Carpegiani, indicou o fisiologista Hamilton Tavares. "Em quatro meses, tivemos só duas lesões. O Lucas trabalhou batida na bola, excedeu nas finalizações e fadigou o músculo. O Rodrigo Souto levou pancada no jogo", falou.
O preparador, que diz que o joelho de Alex Silva "incha quando treina", fala com satisfação da fase do time, até de "poucas" contusões. "Temos uma grande performance e um mínimo de lesões."

Oposição comemora 'fracasso' de Juvenal

Reprodução: De prima

A oposição do São Paulo, apesar de ter conseguido apenas sete votos na eleição presidencial, comemora o “fracasso” do presidente Juvenal Juvêncio. Lembra que o cartola se reelegeu num pleito com 59 ausentes (25% do total), recorde histórico. E afirma que Juvêncio poderá ficar no cargo só até 23 de maio, quando a Justiça analisará a legalidade da eleição.

Dá licença?

Diretoria do Palmeiras contraria Felipão e aceita jogar semi-final no Pacaembu, "casa" do SCCP.

Lucas para por duas semanas e fica fora de decisões contra o Goiás e Santos

Reprodução: UOL


O meia atacante Lucas ficará duas semanas afastado devido a estiramento no músculo adutor da coxa direita e, portanto, não enfrenta o Santos, sábado, às 16h, no Morumbi, pela semifinal do Paulistão. Ele também fica fora do compromisso diante do Goiás, quarta-feira, pela Copa do Brasil. O camisa 7 foi avaliado nesta segunda-feira à tarde, no CT da Barra Funda.
"O Lucas teve um estiramento que podemos classificar de leve a moderado, mas mais para leve. Foi no músculo adutor da coxa direita e o período de afastamento será de duas semanas", explicou o médico do São Paulo, José Sanchez, ao site oficial do clube.
No domingo pela manhã, Lucas foi avaliado pelos médicos, que confirmaram o veto. Antes de o elenco sair para a Arena Barueri, o jovem recebeu o apoio do grupo.
Outro que também passou por exames foi Rodrigo Souto. Titular contra a Portuguesa, o camisa 18 saiu ainda no primeiro tempo de jogo. Ele teve um estiramento na panturrilha esquerda e ficará afastado de três a quatro semanas.
"É um estiramento mais grave que o do Lucas", resumiu José Sanchez.
Para a partida contra o Goiás, o técnico Paulo César Carpegiani não terá Luis Fabiano, que adiou sua reestreia. Já o zagueiro Alex Silva segue como dúvida. Ele se recupera de dores no joelho direito. O provável São Paulo para quarta-feira: Rogério Ceni; Rhodolfo, Xandão e Miranda; Jean, Carlinhos Paraíba, Casemiro, Ilsinho e Juan; Dagoberto e Marlos (Henrique).

segunda-feira, 25 de abril de 2011

Para o Fielzão, isenções; para nós, a conta


Enquanto concede incentivos para o “Fielzão”, Kassab propõe alteração na regra do IPTU para aumentar a arrecadação em R$ 35 milhões/ano(*).
A proposta foi enviada pela prefeitura à Câmara dos Vereadores, dentro de um pacotão de medidas pró-arrecadação apelidadas de “X-tudo”, dada a variedade de ideias para ampliar o caixa.
Para virar lei, a proposta terá que passar por duas votações na Câmara.

O QUE PODE MUDAR (Para imóveis novos)
A regra atual: O proprietário é isento do imposto até 1º de janeiro do ano seguinte à entrega do imóvel, não importando o mês em que pegou as chaves
A nova proposta: O período de referência para a cobrança teria início no mês da entrega do bem, como acontece com o IPVA

PARA AMPLIAÇÕES E GRANDES REFORMAS
A regra atual: Se a obra muda o valor venal do imóvel, o IPTU é reajustado proporcionalmente, mas o reajuste só acontece no ano seguinte
A nova proposta: A cobrança levaria em conta o mês em que a intervenção fosse concluída


(*) Informação da versão impressa da revista