terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Enquete: O SPFC está certo ao fixar um teto salarial?


A única coisa que impede a contratação de Nilmar pelo São Paulo é o valor do salário.
Juvenal diz que não irá ultrapassar do teto de R$ 300 mil praticado pelo clube pois teme que possa comprometer as finanças do clube, além de poder causas “ciúmes” no elenco.
Nilmar ganhar hoje R$ 380 mil e a menos que seja criado um plano de marketing que aumente seus rendimentos (assim como já ocorre com Ceni e Luis Fabiano), continuará no Villareal a espera de uma oferta financeira melhor.
Com a melhora econômica do pais, a realização da Copa 2014 e o aumento das cotas de TV, alguns clubes brasileiros passaram o oferecer salários substancialmente maior que o teto Tricolor.
Hoje o UOL divulgou que o Santos estaria oferecendo R$ 1 milhão para contar com Zé Roberto.

Veja alguns salários especulados na mídia:
Adriano: R$ 400 mil
Dagoberto: R$ 300 mil
Deco: R$ 600 mil
Elano: R$ 400 mil
Fred: R$ 700 mil
Kleber Gladiador: R$ 500 mil
Montillo: Proposta de R$ 500 mil
Neymar: Mais de R$ 1 milhão
Ronaldinho Gaúcho: Mais de R$ 1 milhão
Thiago Neves: R$ 600 mil
Valdívia: R$ 350 mil

Porém, grande parte destes clubes que contratam jogadores a peso de outro estão passando por dificuldades financeiras pois a Globo mudou sua política de antecipação das cotas dos direitos de TV.
Especula-se que uma greve de jogadores esteja sendo articulada pelos sindicatos de atletas.
O by Guedex quer saber: O SPFC está certo ao fixar um teto salarial?
Responda na enquete ao lado e se desejar deixe um comentário.

RESULTADO
Opçções Votos
Sim, R$ 300 mil é o suficiente 86%
Sim, mas R$ 300 mil é pouco 11%
Não deve haver teto 1%

9 comentários:

Régis/SP disse...

Guedex, essa história do salário do Zé Roberto que foi publicada na imprensa eu não entendo se é má fé ou burrice do jornalista.
O Zé Roberto vai ganhar R$ 1 milhão porque o Santos não vai pagar pelo passe dele. Nesse valor, o time do Santos irá pagar salário, luvas e aluguel do passe.
O mesmo caso vale para o Deco, Adriano, Elano, Fred e Dagoberto, jogadores cujos passes vieram sem necessidade de pagar a multa rescisória (vieram em fim de contrato ou de rescisão) ao clube detentor dos direitos do atleta. Mas isso não quer dizer que o adquirente não está pagando o passe dele. Logicamente que o valor do passe está sendo pago ao próprio atleta, que neste caso parece ganhar um salário astronômico.
Não precisasse o São Paulo pagar pelo passe do Nilmar, sobrariam 10 milhões de Euros, que logicamente teriam (talvez em parte) que ser pagos ao atleta (o passe é dele). Isso daria, em um contrato de 5 anos, numa conta simples, quase R$ 350 mil a mais dos que os atuais R$ 300 mil livre oferecidos ao atleta.
Fora disso, o resto realmente é salário muito alto, mas que no entendimento dos clubes vale o esforço, exceto, pra mim, os casos do Kleber e Valdívia que são burrice pura...

Guedex disse...

Muito bem lembrado Régis!

Régis/SP disse...

Guedex, por falar em lembranças, lembrei do Cléber Santana citado por você outro dia.
Li que ele vai para o Avaí. O de Floripa, não o Hawaii, lá no Honolulu. De qualquer forma, vai com as "férias" pagas pelo São Paulo...

Carlos Balaró disse...

Sem prejuízo de tudo o que foi muito bem colocado pelo Régis, o fato é que o único que dá retorno em campo (títulos, belos gols e vitórias), e fora dele (venda de produtos e aumento de torcida), é o Neymar; o restou, é maloqueiro ou enganador.

Anônimo disse...

Acho que o clube tem que destinar um percentual de suas receitas ao pagamento de salarios. Se existe essa politica, e creio que há, e esta só permite salario máximo de R$ 300.000,00, que assim seja. Diferencia-se aqueles com programas de marketing. Ou seja, se traz mais resultado financeiro, ganha-se mais. Salario e direito de imagem deve ter mesmo uma politica padrão para todos. Vejo que o SPFC, por ser um clube com pessoas aparentemente livre de interesses pessoais, excluindo-se ai apenas o prestigio politico na sociedade que é natural, consegue ter suas contas em dia. O que se ouve por ai é que os altos salários de jogadores são rateados entre empresários, técnicos, diretores e até presidentes. Dinheiro de clube é dinheiro "de ninguem", ou seja, "sem dono", e apenas com associados, conselheiros, diretores, VPs e presidente extramente éticos e honestos é que se consegue obter um resultado financeiro positivo para o clube. Se o SPFC está conseguindo isso com esse teto que continue assim.

jlmfreire disse...

Penso que a diretoria do SPFC está correta em ter um teto salarial e buscar recursos com Marketing, para bancar a contratação de jogadores diferenciados. Porém, como vemos, é preciso muito critério para não contratarmos "elefantes brancos" (ou negros, como CS) e ficarmos com "micos" nas mãos. Esses, a meu ver, também são os casos de Kléber e Valdívia. A concorrência entre rivais ainda vai "quebrar" muito time...

vitche disse...

eu não tenho opinião sobre o teto salarial, mas eu acho correto a honestidade junto aos atletas, no caso jadson, e luis fabiano, que abriram mão de grande parte, de seus ganhos, para se adaptarem a politíca do clube.

Caique Nassar disse...

O Tricolor está certíssimo.Esse é um dos motivos que o nosso Clube tem boa saúde financeira e não precisa antecipar cotas de Tv , como fazem os nossos concorrentes pífios.

ThiagoFM disse...

Acho que sim, Guedex.
Estão corretos pelo bem da saúde financeira do clube.
Se o Rogério Ceni ganha o teto do clube (E é São-paulino, capitão, 20 anos de clube, detentor de muitos recordes, etc...) porque um "jogador qualquer" que chegou ontem tem o direito de ganhar mais?
Uma boa alternativa são os investidores/patrocinadores arcarem com parte dos salários em troca de propagandas e etc.
Esses jogadores citados por você no texto tem "amor a camisa" dos clubes que eles defendem? Não vale a pena não...
Abs

Postar um comentário