quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Sheik ou Ali Babá?

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O Ministério Público Federal do Rio de Janeiro pediu a condenação do atacante Emerson, do Corinthians, pelo contrabando de dois veículos importados ilegalmente dos Estados Unidos.

10 comentários:

Anônimo disse...

E aí guedex! a mídia já está querendo queimar o Ney Franco pra intalar uma crise no SP com essa história de trazer de volta o Murici? Eu o respeito passado no Sp mas de volta não. Só acho que o Ney precisa de alguns reforcos.

Guedex disse...

Esquece, não volta.
Ganha muuuuito

Carlos Balaró disse...

Além da grande sacada, você resgatou a velha e boa "baratinha" (para quem não é da época, era o nome dado ao fusquinha preto e laranja que a PM utilizava nas décadas e 70 e 80, salvo engano). Trocando de pato pra ganso, esse lamentável episódio envolvendo a morte do garoto Kevin Espada vai servir, entre outras coisas, para as seguintes justificativas: se a galinhada for eliminada da Libertadores irá dizer que tudo conspirou contras eles, punição, portões fechados e etc. Se formos castigados com o bicampeonato, irá dizer que nenhuma armação pode pará-los, que são maiores que o Universo e blá, blá, blá ...

Ortiz disse...

O que ninguém sabe a respeito desse obscuro jogador, o Sheik/Emerson/Marcio, é que o São Paulo, eticamente, omite o motivo de sua saída do Morumbi.
Apesar de ser ter sido considerado um bom atleta na base e com carreira promissora no profissional, ele foi dispensado do clube logo depois do episódio do "gato" Sandro Hiroshi.
Segunda a 'lenda', depois do caso do japonês com certidão de nascimento adulterada, o São Paulo fez um pente fino nos jogadores de seu elenco temendo um novo caso. Ai, descobriu-se que esse jogador além de não se chamar Emerson chamava-se Marcio e tinha sua idade em muito adulterada em relação a sua documentação registrada no clube.
No São Paulo seu registro de nacimento datava de 06/09/1981, mas sua data real de nascimento era 6 de setembro de 1978.
Para não prejudicar a carreira do atleta, o clube o dispensou sem barulho e deixou que ele seguisse carreira em outras bandas.
Já diz o ditado: "pau que nasce torto...".

Guedex disse...

Carlão, o pior ´r que só nós dois lembramos da baratinha...

Carlos Balaró disse...

É parceiro, a coisa tá feita pra nós ...

Regis/SP disse...

Opa, pera lá. Baratinhas também são do meu tempo. Assim como as famosas peruas Veraneios da Chevrolet (fui longe), chamadas de "Camburão".
Mas em relação às baratinhas tinha uma bronca enorme delas, pois ele vinham na rua onde eu morava apenas para tomar a nossa bola de futebol, pois alguns vizinhos não gostavam que jogássemos bola na porta deles e chamavam a polícia.
Bons tempos, em que a Polícia tinha tempo de sobra apenas para resolver problemas 'complicados' como um simples jogo de bola na porta do vizinho. Hoje, fizessem isso, certamente seriam investigados e processados por abuso de poder e apropriação indevida de uma bola de futebol.

Guedex disse...

Hehehe! Das Veraneios dava medo...
Quantos as bolas, tinha uma "véia" em frente de casa que ficava o dia inteiro esperando a bola cair no quintal dela só para furar.

Regis/SP disse...

Veraneio dava medo? As Veraneios eram um pesadelo no meu tempo de moleque.
Ano de 1977, eu e alguns amigos ficamos conversando na rua até tarde (“tarde” era umas 9 da noite...), vira uma Veraneio da Polícia na rua à toda cantando pneu. De seis ou sete que estávamos na rua nenhum ficou ali, todos saímos correndo, entrando dentro das casas, pulando muros e se escondendo, sem saber o porquê até hoje. E isso porque todos éramos de boas famílias, apesar de nenhum de nós termos tido um bom destino na vida, já que um virou engenheiro, outro auditor, um jornalista, outro administrador, um médico... e ninguém quis seguir carreira ‘promissora’ de político.

Anônimo disse...

minha nossa como vcs são velhos....ehehehe

desculpa aí.

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