quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Torcedores?

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Ou se acaba com esse tipo de “torcedor” (em todas as torcidas), ou então um dia lamentaremos a morte do próprio futebol.

13 comentários:

Henrique disse...

Novo Apelido da Torcida Organizada do Corinthians : Assassinos.

Regis/SP disse...

Li isto em outro site e acho coerente.
Não é porque é o Corinthians, mas isso só vai acabar quando os clubes forem exemplarmente punidos pelo atos de suas torcidas, com a devida eliminação de competições.
A Inglaterra, por exemplo, só resolveu seu problema nos estádios depois que seus clubes foram suspensos das ricas competições da UEFA.
Ou seja, como ocorreu lá, aqui só irá mudar quando começar a doer no bolso dos dirigentes e faltar dinheiro para os políticos. Quem sabe ai eles acabam com essa 'maravilha' que são esses bandidos organizados.

Guedex disse...

Henrique,
Todas as torcidas, inclusive a nossa já fez esse tipo de merda.

Xandão disse...

Eu discordo de todos. Acho que os fogos em campo deixam o espetáculo muito mais lindo. O problema é ser usado sem responsabilidade.

Se for assim, vamos acabar com as festas de São João.

Foi uma fatalidade. Infelizmente aconteceu.

Abraço!

Guedex disse...

Xandão,
O problema é justamente esse: quem usa e com quais intenções usa.
Os fogos são bacanas, assim como as bandeiras, mas não em mão erradas.

Carlos Balaró disse...

Esse tipo de "torcedor" existe em todo lugar, aqui e lá fora. Leiam o livro La Doce, do jornalista argentino Gustavo Grabia, e nunca mais vão ter coragem de ver um jogo na Argentina. O que falta é punição dura e efetiva, para o marginal e também para o clube, único meio de inibir novas ocorrências. Em 1994, na semifinal da Libertadores, eu vi um "torcedor" da Independente mandar dois rojões de 12 tiros no meio da torcida do Olímpia em pleno Defensores Del Chaco. A Polícia chegou, desceu o cacete e botou todo mundo pra fora antes de terminar o primeiro tempo. Por fim, caro Xandão, também sou do tempo em que as bandeiras coloriam os estádios (como era bonito ver um SPFC e Palmeiras ou um Fla x Flu (lembra da final de 1985 quando dividimos a arquibancada com a Lusa?)), e os fogos eram lançados pra cima, fazendo um bonito espetáculo. Futebol deve ser um meio de alegria, não de morte ou mutilação.

Anônimo disse...

Concordo que esse tipo de merda é feita também por nossa torcida. Infelizmente, já vi muito delinquente vestindo a camisa do São Paulo. Houve, por exemplo, aquele sambistas da Dragões que mataram um corintiano.
Quanto a beleza do espetáculo, poderiam usar material apropriado. Usar algo que pode matar outro torcedor, ainda que acidentalmente, não deveria nunca ser permitido.
Não acredito em fatalidade aí. O sujeito assumiu o risco. Não atirou para o alto, atirou em direção ao adversário. Tem de ser preso e pagar pelo seu crime.

Bruno Houti disse...

Cara, estou impressionado, 90% dos comentários ninguém está nem ai com a morte do menino, percebo cada vez mais que todos os dias o ser humano dá menos valor a vida de outro ser humano, se esquecem que alguém que podia ser um irmão, um amigo ou até mesmo um filho morreu ali e todo mundo preocupado com campeonato, ficam falando de "anti", "bi-campeonato", "ódio e inveja", a torcida tão unida e apaixonada podia ao menos fazer uma vaquinha e comprar flores pro caixão ou ajudar a família de alguma forma, façam pedidos de perdão à família em público, homenagens ou seja, façam alguma coisa ao invés de ficar rebatendo críticas, seria a melhor forma de "limpar" a imagem feita por um idiota

Regis disse...

O mundo evolui, principalmente, a partir de nossos erros.
Lembro de meados dos anos 70, quando criança, ter viajado com a família de SP ao Rio Grande de Sul em 8 pessoas numa Variant. Eu e dois primos fomos no porta malas dessa Variant, sem cintos ou qualquer segurança. Algo, totalmente inimaginável nos dias de hoje. Foi uma da melhores viagens que fiz na vida, até hoje.
Ninguém morreu, não tivemos acidente algum, mas mesmo assim nos dias atuais tenho medo de dar uma volta nos quarteirão do meu bairro sem cinto de segurança (sem contar que levo multa).
Ou seja, não dá para usarmos o exemplo saudosista (ou irresponsável) do passado para agirmos sem base de segurança alguma nos dias de hoje.
Um exemplo seriam os rojões nos estádios. O efeito deles é muito bonito, mas a embalagem alerta que eles só podem ser soltos numa distância mínima de 50 metros das pessoas (alguém lembra se existia algum alerta desses no passado?). Queiram ou não, são armas poderosas.
Até hoje essa merda mutila pessoas. Basta ficar num plantão de um pronto atendimento de algum hospital em épocas de festas juninas ou jogos de futebol importante como finais, para ver o número absurdo de acidentes.
Vale lembrar que eles são feitos em fábricas de fundo de quintal no interior da Bahia e norte de Minas, sem segurança ou padrão de qualidade algum e na maioria das vezes utilizado por gente alcoolizada.
Nos EUA, um país cuja pólvora está umbilicalmente ligada à população, um acidente com fogos (rojões como aqui nem pensar, só podem ser utilizados por profissionais) que possam ferir ou causar danos a alguém, leva para a cadeia o responsável pelo ocorrido e pode atingir o fabricante do produto e quem o vende. Essa é a cadeia de controle e mesmo assim ainda acontecem muitos acidentes por lá.

Anônimo disse...

Eles não estavam com simples fogos de artificio, rojões e etc. O artefato que matou o menino era um sinalizador com 25 cm de comprimento e que pode atingir 300km/h, ou seja, um mini-missel... Isso não deixa espetaculo nenhum mais bonito, isso é uma arma!

Outro ponto é que o próprio clube pode fazer show pirotécnico quando o time entra ou sai o gol mas em local seguro onde ninguem será atingido mas que todos possam ver de dentro do estádio...

Não vou mais ao estádio por conta disso, e quando vou, pago caro e fico em area VIP onde acredita-se que o risco é menor, mais vai saber, um missel desse pode ir para qualquer lugar...

#issoehsofutebol e não chega nem perto do valor de uma vida...

Anônimo disse...

Acompanho futebol americano. A NFL usa muita pirotecnia e ninguém se machuca. Trata-se de material apropriado empregado por gente treinada. Permitir que levem algo letal para o estádio só porque embeleza o espetáculo não é uma opção razoável...

Ortiz disse...

O cara está preocupado que ninguém está ligando para o menino que morreu?
O que nós podemos fazer por alguém que já morreu? NADA!!! É duro para família, poderia ser um de nós ou de nossa família, mas não há nada o que ser feito.
Se tiver uma religião, no máximo, rezar por ele. Mais que isso é pura babaquice ou programa do Datena.
O que as pessoas estão discutindo aqui é o ato. E, talvez, como evitar que isso ocorra novamente.
Esse port "piegas de carteririnha" está me parecendo mais alguém querendo que o assunto "o que vai acontecer com o Corinthians daqui pra frente" seja esquecido.

Ortiz disse...

Coelga da área "VIP", não quero te desanimar, mas a tal área VIP do Morumbi fica praticamente em frente e um pouco abaixo da torcida visitante.
Considerando que o sinalizador atinge 350 metros de distânciae 300 Km/h de velcoidade você ainda está correndo riscos na área VIP. Acho melhor vc procurar outro lugar no estádio.

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