segunda-feira, 17 de junho de 2013

Um ano de Ney Franco

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Em 15 de junho de 2012 Ney Franco fazia sua estréia no comando Tricolor e me enchia de esperanças de finalmente voltarmos a ter um técnico que pudesse nos colocar novamente no caminho das vitórias.
Ney vinha de um trabalho bem sucedido nas seleções de base da CBF, era jovem e já tinhas boas conquistas no currículo.
Seu comportamento calmo parecia o ideal para lapidar os garotos que haviam subido da base e para administrar os egos das estrelas do grupo.
Nada disso se confirmou.
Ney bateu de frente com líderes da equipe, não teve a  paciências necessária com os garotos, principalmente com Casemiro, e não conseguiu dar um padrão tático ao time.
Na minha opinião o melhor momento do Tricolor, que foi na conquista da Copa Sul-Americana, não se deveu ao esquema 4-3-3 adotado e sim a excepcional performance de Lucas, que jogou muito.
Mas o craque foi embora e Ney Franco se transformou no Rei das improvisações. O resultado foi o primeiro semestre jogado no lixo.
Aí veio o Brasileirão e o professor foi taxativo: "As improvisações acaram!"
Foram quinze dias de concentração integral em no CFA de Cotia.
E não houve nenhum progresso.
As improvisações e indefinições continuaram: Paulo Miranda, que de afastado passou a titular da lateral direita no ano anterior, foi promovido a quarto-zagueiro titular jogando pelo lado esquerdo.
Escalado como lateral direito, o Douglas atua como meia atacante (lá atrás é que se virem), e o Rodrigo Caio (coitado) chegou a jogar em três posições diferentes numa mesma partida (até na lateral esquerda!).
Pior: Passadas 5 rodadas ainda não temos esquema tático definido. Voltamos ao 4-3-3? E quando Jadson retornar da seleção? O Ganso volta para o banco ou iremos mudar novamente o esquema?
Estou completamente desanimado com os rumos desse time.
Mas, como já errei ao defender a contratação de Ney Franco, espero estar errado novamente.

3 comentários:

Roberto Jr disse...

pior que com certeza o primeiro pedaço será para o Douglas.

Piadinhas a parte, nos últimos anos sempre achamos que o problema estava dentro de campo, mas na verdade está fora dele. Técnicos fracos (alguns por inexperiência) e direção incompetente. Temos um técnico que não treina o time (deixa essa "simples" tarefa para o assistente), um gerente de futebol com perfil de presidente e um presidente com perfil de gerente de futebol aposentado.

Decisões erradas, gastos errados, prejuízos e falta de titulos. Até quando tricolor? será que só vamos ter novas boas perspectivas depois da eleição do ano que vem? Será que Juvenal sai mesmo? São dramas que continuaremos vivendo durante esse ano e inicio do ano que vem. Infelizmente.

Não acredito em mudança no curto prazo, mas continuarei torcendo. Sempre!

Carlos Balaró disse...

Sei não, Roberto Jr, mas acho que o primeiro pedaço vai pro Maicon. O sujeito é fraco e não tem condições de ser o técnico do SPFC. Tá certo que o contexto político não ajuda nenhum treinador a fazer um bom trabalho no SPFC mas, infelizmente, ele está há um ano no comando e não temos sequer um esquema tático definido.

Xandão disse...

O problema maior está na direção e não tem conversa. O Ney Franco num time bem dirigido faria miséria pq ele é bom técnico. O que mata no SPFC é que essa turminha do JUJU já passou do prazo de validade. Ta hora de renovar, oxigenar, tirar o mofo da casa que já foi linda mas hj cai aos pedaços! O problema é que como torcedores não podemos fazer NADA nesse sentido. Somente assistir aos associados escolherem por nosso time... uma VERGONHA!

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